De volta ao nosso lugar
A liderança.
Foi num jogo com pouca emoção. Exceto quando a bola batia no pé do Washington (ou o Washington batia na bola?), e aí, não tinha como saber como ele iria perder a bola, como ela ia pipocar no pé dele. Numa dessas, após receber a bola sozinho, sem nenhum zagueiro na marcação, não é que ele consegue dar uns 7, 8 toques na bola, deixar dois zagueiros chegarem nele, mas ainda cosegue chuta a bola (mal), que sobra para o Jorge Wagner chutar para o gol já sem goleiro. O ângulo não era dos melhores, mas foi bem.
E pensar que alguns anos atrás eu reclamava do Markokô no ataque. Ele ao menos não ganhava trezentos mil por mês e nem enchia tanto o saco, como faz o nosso emocionante Washington. Imaginem ele - o Washigton - de zagueiro.
Além do gol (o fato em si, não o lance), outro momento a se comemorar desse primeiro tempo foi o rolinho do Miranda (joga muito) que colocou a bola na cabeça do Jorge Wagner, que errou o cabeceio. Ah, O Hernanes também joga muito. Pena que não é sempre.
O segundo tempo também foi meio sem vergonha. Tivemos a sorte de marcar um gol logo no começo, com o incansável e dedicado Hugo, após cruzamento açucarado do Hernanes. Mas aí, comecei a ficar estressado: os caras achavam que fariam o gol na hora que quisessem. Pedala daqui, enrola dali, só perdendo gol. E aquela famosa frase na cabeça: "quem não faz toma". Sorte que o Vitória não estava interessado em muita coisa. E nem tinha time para isso.
Agora, é vencer os próximos três jogos, se o pessoal do STJD e similares permitirem. Dentro de campo a gente não perde. O complicado é segurar o pessoal de gravata.
Sucesso a todos e, em breve, o glorioso Markokô estará de volta de suas férias.
Andrey, Piuí, Arley, Decão, Ferdi, ou seja lá quem eu for